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Vale abandona projeto siderúrgico a curto prazo

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Vale reduz investimentos para 2012

26/11/2011 - 16h49 - Atualizado em 26/11/2011 - 16h49 A Gazeta  

foto: Arquivo GZ
Legenda: Data: 9/11/2007 - Produção de minério na Vale do Rio Doce (CVRD) - Editoria: Economia AG - Foto: Divulgação - Jornal A Gazeta - ECONOMIA - Mineração
Aexpectativa é de que o valor investido em 2012 chegará  a US$ 19 bilhões


São Paulo


Sem conseguir cumprir o orçamento de US$ 24 bilhões previsto para este ano, a Vale se prepara para anunciar, amanhã, um investimento para 2012 mais em linha com o atual cenário de incertezas na economia mundial e de dificuldades na obtenção de licenças ambientais no país. As informações foram publicadas na edição de ontem do jornal "O Estado de São Paulo".

De acordo com uma fonte do setor, a expectativa é de que a cifra para 2012 fique próxima do investimento realizado pela companhia este ano, que deve fechar, no máximo, em US$ 19 bilhões. Até setembro, a companhia havia desembolsado US$ 11,308 bilhões, menos da metade da meta inicial.

O orçamento mais modesto será apresentado aos investidores nos Estados Unidos, durante o evento Vale Day, na Bolsa de Valores de Nova York. Em outubro, quando comentou o desempenho da companhia no terceiro trimestre, o presidente da Vale, Murilo Ferreira, anunciou mudanças no modelo de divulgação do orçamento da companhia. Na época, o executivo também descartou a possibilidade de a Vale desembolsar integralmente os US$ 24 bilhões previstos para este ano.

Pelo novo modelo, a empresa informará ao mercado apenas os projetos já aprovados, com os devidos licenciamentos ambientais obtidos. Essa medida, segundo a empresa, evitará o não cumprimento do orçamento divulgado, exatamente como aconteceu em 2011.

Para agilizar a obtenção de licenças ambientais, processo que vem atrasando os projetos do grupo, a Vale criou um comitê executivo para tratar do assunto. A mineradora pretende também fazer uma análise de risco em 20 projetos já anunciados considerados mais críticos para a companhia.

A análise deve incluir até mesmo uma comparação com os custos de produção de outras concorrentes. Entre os projetos que serão analisados estão projetos como o de Serra Sul, em Carajás, no Pará, Apolo, em Minas Gerais, e também na Indonésia.

O analista da corretora SLW, Pedro Galdi, destaca que os segmentos de minério de ferro, carvão e cobre deverão ser o foco da Vale, além do setor de fertilizantes, que ganhou destaque nos negócios da mineradora e passou a ter um enfoque estratégico para a empresa.

Siderurgia
Já a expectativa de investimentos para o setor de siderurgia, por outro lado, deverá "continuar de lado", afirmou o analista. "Sem um sócio estratégico, não tem sentido um investimento forte", espera o analista.

Procurada pela reportagem, a assessoria da Vale informou que não tem detalhes do novo Orçamento, quer será divulgado na segunda-feira. Portanto, não se sabe se a Companhia Siderúrgica de Ubu (CSU), projeto que a mineradora tem em Anchieta, Litoral Sul do Espírito Santo, sofrerá cortes ou terá seus prazos de execução revistos.

 

Aumentam protestos contra Vale

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www.justicanostriblhos.org

População do Piquiá interdita BR 222 em Açailândia/MA (8/12/2011)

A rodovia 222, que liga a capital maranhense ao sul do estado foi interditada por três horas na manhã de quarta-feira 07 de dezembro por centenas de moradores do bairro do Piquiá de Baixo e da cidade de Açailândia/MA.
A população reivindica a saída das famílias do bairro que sofre contaminação do pólo siderúrgico de Açailândia. Veja as fotos da manifestação.

Marcha de Indignação em Açailândia-MA (07/12/2011)

Cerca de dois mil moradores do bairro de Piquiá de Baixo, município de Açailândia/MA, irão protestar na quarta 07 de dezembro na Prefeitura e no Fórum da cidade. As 350 famílias do Piquiá saem em protesto em razão da última decisão do Tribunal de Justiça que suspendeu provisoriamente a desapropriação do terreno escolhido para abrigar as famílias, alegando ter na área 50 cabeças de gado.

Moçambique, Canadá e Brasil denunciam conflitos provocados pela Vale (06/12/2011)

Canadenses, moçambicanos e brasileiros reuniram-se no Brasil, entre os dias 22 de novembro e 2 de dezembro, para discutirem impactos da mineradora Vale nos três paises. A comitiva contou com cerca de 30 pessoas, entre sindicalistas, membros de movimentos sociais e políticos das três nações.

Navio da Vale pode afundar em São Luís (05/12/2011)

Um navio sul-coreano, da empresa STX Pan Ocean, alugado pela Vale, apresentou ontem, em São Luís, uma rachadura no casco, o que estaria causando a entrada de água no lastro do Vale Beijing, uma das maiores embarcações do mundo. Assim, há risco do navio naufragar, levando todo o minério de ferro que carrega para o mar.

Siderúrgicas do Pará usam carvão ilegal (28/11/2011)

Levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) revelou que as três principais empresas de siderurgia do Pará utilizaram carvão ilegal na produção de ferro-gusa. HOuve destruição de pelo menos 27,3 mil hectares de floresta nos últimos quatro anos.

China recusa supercargueiros da Vale (26/11/2011)

Empresa enfrenta o lobby de transportadores chineses, que, com medo de perderem mercado para a mineradora brasileira, pressionam o governo do país a não permitir sua utilização nos portos locais.
A Vale recebeu seu primeiro supercargueiro em maio, mas até hoje o navio não teve autorização para atracar em portos da China, destino de quase metade das exportações da empresa.

Acidente da Vale derrama ácido sulfúrico no Chile (26/11/2011)

Um acidente de caminhão cisterna da Vale derramou 7mil litros de ácido sulfúrico no Chile, município de Ilapel.
A equipe de emergência da mineradora demorou mais de 90 minutos para intervir, depois que os bombeiros tinham feito a maior parte do trabalho. O prefeito do município denunciou o atraso e está preparando uma ação judicial contra a empresa.
Acompanhe o artigo em espanhol.

Acelerada da Vale no continente africano (21/11/2011)

Na avaliação de consultorias da área de mineração, há dois tipos de players brasileiros que deverão passar a intensificar seus investimentos no continente africano. Um é o que já se internacionalizou e adquiriu escala mundial, caso da Vale, que atua em vários países da África há anos. O segundo é o investidor pontual que dará preferência a acordos "bate-volta".

Presidente da siderúrgica Gusa Nordeste preso por participar da Máfia do Carvão (16/11/2011)

Ricardo Nascimento, presidente da siderúrgica Gusa Nordeste (Açailândia), foi preso no dia 11 de novembro pelo Núcleo de Repressão às Organizações Criminosas e à Corrupção (Nuroc), no Espírito Santo.
Com negócios ligados à siderúrgica CBF, localizada no município capixaba de João Neiva, o empresário seria responsável, segundo a investigação, pela compra de R$ 107.608.00,00 em carvão vegetal de 16 empresas capixabas e da Bahia, com indícios de irregularidades.

Se aprovado em plebiscito, Carajás será o estado da Vale (16/11/2011)

Justiça nos Trilhos oferece aos leitores esse artigo (fonte O Globo) sobre os interesses que estão atrás da possível divisão do Pará em três estados. Em nossa leitura crítica, a presença da Vale em Carajás tem provocado muito mais conflitos do que prosperidade (veja o artigo sobre violência em Carajás ou a situação de Marabá ou o contraste entre lucros e acidentes em Carajás). Um estado ainda mais controlado pela empresa vai poder garantir ainda menos fiscalização e obrigações para a mineradora. Leia o artigo a seguir.

 

 

CHAPADA DO A DIZ NÃO À INSTALAÇÃO DA CSU EM ANCHIETA/ES

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NO PLEBISCITO REALIZADO DOMINGO (18/07) PELO FÓRUM PERMANENTE EM DEFESA DE ANCHIETA, “CHAPADA DO A” VOTA NÃO À INSTALAÇÃO DA CSU NAQUELA LOCALIDADE.

O Fórum Permanente em Defesa de Anchieta, constituído pela FAMOPES, CUT-ES, demais centrais sindicais, OAB-ES, DCE-UFES, Rede Comuna Verde e outras entidades, realizou domingo, dia 18 de julho do corrente ano, um plebiscito em Chapada do A, para registrar a posição de seus moradores se a favor ou contra a instalação da CSU (Companhia Siderúrgica de Ubu) em Anchieta. Como já esperávamos, finalizada a consulta popular, consagrou-se o seguinte resultado: VENCEU MAJORITARIAMENTE A POSIÇÃO CONTRÁRIA À INSTALAÇÃO DESSA SIDERÚRGICA (93%), ou seja, de um total de 128 moradores votantes, 119 disseram NÃO, apenas 9 pessoas (7%) votaram favoravelmente.

Última atualização em Qui, 09 de Setembro de 2010 17:28 Leia mais...
 

VAGAS PARA ESTUDANTES IFES DE PIUMA/ES

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EM PIUMA/ES E EM OUTRAS LOCALIDADES DO BRASIL, A IFES OFERECE VAGAS PARA ESTUDANTES

 Inscrições para cursos técnicos a partir de 14 de setembro de 2010.

Estarão abertas, de 14 de setembro a 15 de outubro, as inscrições para o Processo Seletivo do Instituto Federal do Espírito Santo – IFES, com 3.170 vagas de cursos técnicos para o 1º semestre de 2011. Os candidatos poderão ser inscrever para cursos Técnicos Integrados, Concomitantes e Subsequentes dos campi de Alegre, Aracruz, Cachoeiro de Itapemirim, Cariacica, Colatina, Guarapari, Ibatiba, Itapina, Linhares, Nova Venécia, Piúma, Santa Teresa, São Mateus, Serra, Venda Nova do Imigrante, Vila Velha e Vitória - são 17 campi em 16 municípios do Estado.

Pré-Requisitos: Cursos Técnicos Integrados com o Ensino Médio: o candidato deve ter concluído o Ensino Fundamental (no ato da matricula).

Cursos Técnicos Concomitantes: o candidato deve ter concluído o Ensino Médio ou pode estar cursando o Ensino Médio - a concomitância pode acontecer em uma determinada série, dependendo do campus e do curso oferecido, de acordo com o Edital.

Cursos Técnicos Subsequentes: o candidato deve ter concluído o Ensino Médio.

As inscrições poderão ser feitas no site da IFES ou via ficha de inscrição nos campi do Ifes. A taxa de inscrição é de R$51. As provas serão aplicadas no dia 5 de dezembro, das 14h às 18h.

Isenção: A isenção da taxa de inscrição poderá ser requerida no ato da inscrição, no período de 14 de setembro a 8 de outubro. Tem direito à solicitação de isenção:

- o candidato que cursou os últimos dois anos do Ensino Fundamental em escola pública ou como aluno bolsista em escola particular, no caso de candidatos a cursos Técnicos Integrados;

- o candidato que cursou dois anos do Ensino Médio em escola pública ou como aluno bolsista em escola particular, no caso de candidatos a cursos Técnicos Concomitantes e Subsequentes. Para saber quais são os cursos de nível técnico, o número de vagas ofertadas e a documentação necessária para a inscrição, procure em www.ifes.edu.br/novos-alunos/91-processo-seletivo-2011/1380-prc 

CESAR ADEMAR HERMES

Eng. de Pesca; Dr. em Aquicultura

IFES/Campus Piúma - Diretor Geral

Rua Augusto Costa de Oliveira, 660 – Praia Doce

CEP: 29.285-000 Piúma-ES

(28) 9253-0449

(27) 8822-1439

Maurício - (28)9926-9828 e  (27)9824-1123

 

Atenção: O IFES/Piuma estará oferecendo 160 vagas para estudantes que estejam concluindo a 9ª (nona) série este ano, em curso que integra o ensino médio (2400 horas) e o ensino técnico (1000 horas). Os cursos oferecidos são Técnico em Pesca e Técnico em Piscicultura. Maiores informações: e-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. telefone: 028 3520 3205

 

UM ALIADO FORTE NA LUTA "FORA VALE DE ANCHIETA"

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 MPES QUER QUE POLÍCIA APURE POSSÍVEL PRÁTICA DE CRIME POR PARTE DO IEMA

 Flavia Bernardes (www.seculodiario.com.br em 30/7/2010)

O Ministério Público Estadual (MPES), por intermédio da promotora Elizabeth de Paula Steele, protocolou, no Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de Guarapari, um pedido de instauração de inquérito policial para apurar as “praticas” no processo de licenciamento ambiental da Companhia Siderúrgica de Ubu (CSU), com o possível cometimento de crime contra administração pública por parte do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema).

Segundo o ofício de n° 104/2010, o pedido do MPES foi motivado pela resposta dada pelo Iema, njornal A Gazeta, após o conhecimento sobre a notificação recomendatória emitida pelo MPES, que solicitou a paralisação do processo de licenciamento da CSU.


 

Neste contexto, para requisitar a instauração de inquérito policial, o MPES considerou “a reportagem do jornal A Gazetapublicando notícia dando conta que teria, a Senhora Sueli Passoni Tonini, na condição de Diretora Presidente do IEMA, informado que não acataria a Recomendação Notificatória do Ministério Publico”.

No ofício, a promotora informou que a possibilidade de existência de crime na conduta da diretora do Iema Sueli Passoni Tonini, independentemente de improbidade administrativa a ser apurada na esfera cível, levou o MPES a requisitar a instauração de inquérito policial.

Foi requerida também a oitiva da diretora do Iema, para que esclareça suas declarações ao jornal A Gazeta, publicadas no dia 30 de junho deste ano; a oitiva de Adriana Marques, presidente da Associação de Hotéis e Turismo de Guarapari, para que informe sobre o ofício remetido ao Iema, e as solicitações, bem como seus atendimentos e o que houver para esclarecimento.

Segundo o MPES, a remessa dos autos deverá ser feita diretamente para a 6ª Procuradoria da Comarca de Guarapari.

O Iema foi procurado para se manifestar, mas até o fechamento desta edição nenhuma informação foi divulgada.

Reunião preparatória

Uma reunião preparatória para a audiência pública - ainda sem data definida – foi realizada em Guarapari, na última semana, pelo MPES-Guarapari, para discutir a presença dos grandes projetos poluidores na região.

A reunião uniu inúmeros especialistas na área de oceanografia, biologia, engenharia agrônoma, historiadores, pedagogos, ambientalistas e representantes de entidades civis organizadas ligadas ao setor de hotelaria, comércio, turismo e a Igreja Católica da região.

Segundo o ambientalista Júlio Barreto, a reunião foi marcada pela forte representatividade da sociedade. “Estes licenciamentos não dão voz ao povo. A audiência é marcada por três minutos para nós falarmos e três horas para o empreendedor. Desta vez foi diferente. Foram mais de duas horas voltadas para a população”, contou.

Durante a reunião inúmeros apontamentos ligados à poluição do ar, à expulsão de comunidades, à falta de infraestrutura, entre outras carências, foram feitos pelos presentes. Além disso, foram apresentados novos impactos. “Se estes projetos se efetivarem, a região ficará com uma atividade tão intensa de navios que alterará a rota das baleias Jubarte, que cruzam o litoral capixaba em busca das águas quentes do Parque Nacional Martinho de Abrolhos”, lembrou Júlio.

Críticas sobre o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) da CSU também foram freqüentes durante a reunião. A conclusão entre os ambientalistas é que até para quem não entende a linguagem técnica estão claras as falhas e omissões de informação.

O encontro entre as entidades civis organizadas e MPES poderá subsidiar a 1ª  Carta Ambiental de Guarapari, para que sejam divulgados os interesses em comum do povo pelo bem coletivo.

Última atualização em Dom, 01 de Agosto de 2010 12:35
 


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